Artigo
Banrisul: ao lado da comunidade
Fernando Lemos
Presidente do Banrisul
Para que uma instituição chegue aos cem anos, é preciso agir a partir de dois focos: de um lado, jamais perder de vista seus valores; e, por outro, manter sempre sua capacidade de se renovar. O Banrisul se aproxima dessa marca histórica dessa forma. Avançamos em inovação, sempre com uma forte conexão comunitária. Evoluímos sendo testemunhas e fomentadores das forças do Rio Grande do Sul seja no campo, no varejo, nas indústrias ou na realização de objetivos dos nossos clientes.
Como toda evolução, ela traz desafios permanentes. O Banrisul se tornou uma companhia de capital aberto, com acionistas ao redor do mundo — a maior do RS, em processo que liderei em minha gestão anterior à frente do banco. Estamos no auge de uma revolução tecnológica, trazendo novos tempos e costumes ao nosso dia a dia. O perfil dos consumidores também mudou: eles exigem experiências cada vez mais personalizadas, ágeis e digitais.
Esse cenário nos estimula a avançar ainda mais nessa direção, de consolidar o Banrisul como uma companhia inteligente e eficiente. Ser aberto, como somos, é uma questão de atitude. Trabalhamos para fortalecer nossos canais digitais ao mesmo tempo em que especializamos – com capilaridade – o atendimento presencial, com um time robusto e qualificado.
Nossa aposta está no relacionamento próximo e no entendimento das necessidades de nossos quatro milhões de clientes. O sucesso está na conexão com as centenas de comunidades que servimos espalhadas Rio Grande afora. Afinal, aproximar pessoas e oportunidades de negócio gera desenvolvimento.
Em 2024, estaremos ainda mais presentes no dia a dia de quem gera emprego e renda, alinhados à economia gaúcha — desde o comércio e o varejo, passando pelo campo, até setores estratégicos regionalmente. Para suprir as necessidades do mercado, nosso olhar está em modernizar e aprimorar. Essa é a caminhada que se apresenta. E inovar não é apenas “digital”, mas sim olho no olho: estar junto, presente, ser parceiro forte. Cada vez mais inteligente e humano.
Encontrou algum erro? Informe aqui
Maio Amarelo
Não é a velocidade que mata, mas a desordem no espaço de circulação
A mãe policial militar
Existe uma grandeza muito particular na mãe policial militar
Sara
Criei uma personagem em um de meus livros em homenagem a Sara Jardim. Hoje percebo que qualquer homenagem ainda seria pequena diante da grandeza que representou
Fenarroz volta ao povo — e acerta o rumo
Corrigir o rumo não basta. É preciso avançar com planejamento
Páscoa é passagem, conversão e mudança de vida
Tudo o que fazemos de bom é nosso dever. O que nos salva é o que Jesus fez por nós
Shalom
Árabes e judeus criaram seus filhos com a mesma ojeriza que Ismael e Isaac alimentaram um pelo outro
Feminicídio: quando o amor vira sentença
O fim de um relacionamento não é humilhação. É apenas o fim de uma história
Que fizeram com nossa educação?
Já no início do ano letivo, os professores apresentam sinais de estresse, depressão e esgotamento, o que tem levado ao adoecimento. Infelizmente, já ocorreram inclusive casos de suicídio
Ouvidoria: quando o remendo vira a roupa
Uma ouvidoria que depende do governante não fiscaliza o governante
Apologia à sobriedade
Consumo inútil gera gastos inúteis de tempo, de dinheiro e de vida!
Governança municipal em um clima em colapso: o caminho para a resiliência local
Comunicação é instrumento vital na gestão de riscos e desastres
Ética, rigor e a crise de confiança: quando o discurso não basta
Em democracia, palavra não substitui prática
