Empresa especializada veio de Porto Alegre para executar a demolição. 13º GAC fiscalizou o emprego dos explosivos
Ponte interditada na Várzea do Castagnino é implodida com dinamite
CAMINHO INTERDITADO
Pontualmente às 17h20min desta segunda-feira a antiga ponte da Várzea do Castagnino virou página do passado. Os pilares da estrutura, na BR 153, foram implodidos com uma carga de 50 quilos de dinamite, e o peso da plataforma se encarregou de fazer o resto da estrutura ruir, em questão de segundos.
A demolição foi feita por uma empresa terceirizada, a Emprenco Engenharia, contratada pela Sogel que é a empreiteira encarregada pela obra da construção da nova ponte. Ambas têm sede de Porto Alegre.
No lugar da velha ponte será erguida uma nova estrutura, com vão maior e capacidade duplicada. A Sogel foi contratada emergencialmente pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), depois que a cabeceira da extremidade sul da ponte desmoronou com a força da última enchente, no dia 27 de dezembro.
A nova ponte terá 101 metros de extensão por 13 de largura e deverá ficar pronta até o final do mês de setembro, segundo informaram os técnicos da Sogel.
O custo da obra é estimado em R$ 8,9 milhões e será pago com recursos do governo federal.
Logo em seguida, para completar o trabalho, dois marteletes hidráulicos de grandes dimensões, com braços semelhantes ao de guindastes, foram alugadas pela Sogel, para quebrar o concreto e remover os entulhos que restam da estrutura.
ISOLAMENTO - O trânsito foi interrompido antes da explosão durante meia hora nas duas extremidades do local da implosão. A Polícia Militar ajudou os funcionários da Sogel a trancar a passagem dos motoristas nas imediações da Porteira Sete para quem vinha da BR 290 pelo lado sul, e junto à Ponte do Fandango para quem vinha do perímetro urbano de Cachoeira.
Depois de serem comunicados por rádio sobre a passagem dos últimos veículos que haviam vencido as barreiras, às 17 h, os peritos em explosivos acionaram uma sirene e isolaram a área por um diâmetro de 300 metros ao redor da ponte que foi implodida.
Todo o trabalho executado pela Emprenco foi acompanhado e fiscalizado por militares do 13° Grupo de Artilharia de Campanha. Segundo eles, tudo transcorreu dentro do previsto.
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Estranho
jane marlei de moura fagundes em 02/03/2016 às 15h56Com um batalhão de engenharia ao lado, é estranho terem chamarem o 13º G
Termos técnicos
jane marlei de moura fagundes em 02/03/2016 às 15h51Engraçado é os termos técnicos, utilizado pelo redator. Parece desenho do Pica Pau. ( Bananas de Dinamite)
Carlos Sérgio J.T. Jungpluft
Lecino Ferreira em 01/03/2016 às 09h17Cara, tu estás coberPTo de razão. Os caras não fazem nem isso? O país sendo tomado pelo comunismo-bolivariano e os milicos de hoje não servem nem para detonarem uma pinguela? Por que tu, Carlos Sérgio, estavas tão calado? Desde 28/01/2014 as 11h:55 Min havias sumido deste forum; estavas em Curitiba dando assessoria ao RH? Não precisas responder; parecias-me um exemplar equus africanus asinus enquanto calado, mas foi só dares um pitaco que passaste o comprovante e tiraste-me a dúvida.
Nao sabe nada Lecino
Carlos Sergio J. Teixeira Jungbluth em 01/03/2016 às 08h4513 GAC nao faz este tipo de serviço. É melhor ficar calado e parecer burro do que abrir a boca e acabar com a dúvida
Nova ponte
Vanderlei Silveira em 29/02/2016 às 22h23Finalmente, parece que deram a partida para a construção da nova ponte.
Implosão?
Paulo Sanmartin em 29/02/2016 às 22h23Não sei, não, mas acho que foi mal feita esta implosão. Apenas derrubou a ponte e deixou inteiros os pedaços dela, enormes blocos de concreto,dificultando a remoção,
POR QUE...
Lecino Ferreira em 29/02/2016 às 22h23... o pessoal do 13 GAC não implodiu a ponte? Serviria como treino, não é mezzzzzz? - Que que é isso seu Lê, os cara ai iam sujar as gandolas. - Tá certo, cabo Tição, não tinha atentado por este detalhe importantíssimo!
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