ATAQUE À BARTMANN
Suspeitos do assalto se entregam
Após 30h de cerco, caso encerra
Depois de 30 horas de cerco policial, dois suspeitos de terem participado da tentativa de assalto à joalheria e óptica Bartmann se entregaram e foram presos no início da noite deste sábado pela Brigada Militar na zona rural de Cachoeira do Sul. Sentindo fome e sede, eles pediram ajuda em uma propriedade rural, onde confessaram que estavam sendo procurados pelos policiais e solicitaram que fosse acionada a Brigada. Na sexta-feira, outros dois suspeitos do crime foram baleados em confronto com a Brigada e morreram em uma propriedade na região da Barragem do Capané.
Policiais do Batalhão de Operações Especiais de Porto Alegre e do Batalhão de Choque de Santa Maria vieram a Cachoeira para ajudaras guarnições da Brigada nas buscas aos dois suspeitos da tentativa de assalto, que passaram a noite em uma lavoura de soja. O cerco se estendeu por toda a madrugada e durante o dia de sábado, com barreiras nas estradas e buscas no interior de fazendas até que os suspeitos se renderam.
FLAGRANTE
Um deles é um adolescente de 17 anos de idade e o outro é Mateus Rodrigues Farias, 21 anos, de Osório, que teve lavrada a prisão em flagrante pela Polícia Civil e foi recolhido durante a madrugada de ontem ao Presídio Estadual de Cachoeira. Quando ainda estava na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, Farias relatou que não teve participação direta no assalto, alegando que ficou aguardando os comparsas em um GM Corsa na Avenida Paul Harris, onde o Fiat Uno usado na tentativa de roubo foi incendiado após o crime.
IMPORTANTE
Os assaltantes chegaram a Cachoeira do Sul na quinta-feira, um dia antes da tentativa de roubo contra a joalheria e óptica Bartmann, na Avenida Brasil. Dois deles passaram a noite em um motel na BR 153. Eles vieram para a cidade em dois carros, um GM Corsa e um Fiat Uno. Eram cinco integrantes no bando. Um deles fugiu logo após o assalto ser frustrado e não se juntou mais ao grupo. Pelo menos dois homens de Cachoeira do Sul teriam dado apoio aos marginais em um terceiro carro, o que será apurado pela Polícia Civil.
Reação do empresário impediu o assalto
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Natanael Israel da Silva Santanna: um dos mortos no confronto com a Brigada Militar
O assalto foi frustrado pela reação do empresário Gilberto Carlos Rohde Bartmann, 51 anos, que atirou no assaltante que apontou uma arma para a sua funcionária logo após invadir a joalheria. Ele estava em sua casa, que fica nos fundos do prédio da óptica, quando viu através do vidro espelhado o assaltante. Assim, pegou a arma e disparou contra Natanael Israel da Silva Santanna, 20 anos, de Cachoeirinha, que teria sido atingido no braço. O assaltante fugiu sem levar nada e mais tarde morreu no confronto com a Brigada, junto com o comparsa Tainã da Rosa Conceição, 26 anos, de Osório.
Durante as buscas, três procurados estavam escondidos em um mato perto de um açude quando se depararam com dois policiais. Estava escurecendo quando um dos brigadianos passou pelo ponto onde estavam os assaltantes e eles se levantaram, um deles apontando a arma para as costas do policial. O soldado que estava na retaguarda e não havia sido visto pelo trio ordenou para o criminoso largar a arma, mas não foi atendido pelo assaltante, que então lhe apontou o revólver.
TIROS
O policial então atirou e atingiu dois criminosos no tórax e cabeça, enquanto o outro correu para o mato e escapou. Um deles morreu na hora e o outro foi levado para a estrada, onde a guarnição pretendia o colocar em uma viatura para prestar socorro, mas ele não resistiu. A arma apreendida estava com quatro munições deflagradas e duas intactas. Depois disso, a Brigada seguiu com o cerco até Farias e o adolescente se entregarem.
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É preciso que os conceitos sejam ajustados em nosso país.
David Ricardo Silva Trindade em 08/04/2024 às 11h31CIDADÃOS empreendem e trabalham duro para crescer, gerando empregos e pagar impostos que sustentam a economia; outros, OPTAM pela expropriação do resultado do trabalho alheio. Parabéns ao senhor Gilberto Carlos, que ousou "contrarias os mantras de leniência" e defendeu a vida da sua funcionária - uma honrada CIDADÃ trabalhadora - e o seu patrimônio que, por não ser chuva, não caiu do céu. Parabéns aos abnegados POLICIAIS que, honrando as suas vocações, expuseram as suas vidas à massa de mira de facínoras e resolveram o problema. Que Deus continue abençoando a todos os CIDADÃOS e POLICIAIS de bem neste país.
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