Comerciantes foram atrás de informações sobre a nova legislação
Açougues correm atrás de orientações na Vigilância Sanitária
Fiscalização
Cerca de 10 comerciantes proprietários de açougues em Cachoeira do Sul foram buscar informações sobre a nova legislação que o Departamento de Vigilância Sanitária passará a cobrar devido a portarias estaduais que regulam a segurança alimentar.
A informação de que haveria uma série de novas exigências foi publicada na edição impressa do Jornal do Povo desta quarta-feira, espalhando o alerta feito pela Prefeitura através de nota de sua assessoria de imprensa.
Conforme a coordenadora do DVS, Andreia Santos, além dos atendimentos por telefone e presenciais, equipes de fiscais do departamento também fiscalizaram três estabelecimentos. Nenhuma irregularidade foi constatada.
CASO A CASO
Entre as proibições, uma questão que poderá afetar os açougues é a proibição para assar carnes, uma prática comum em diversos estabelecimentos em Cachoeira.
A médica veterinária do DVS, Michele Casarin, explicou que não há como prever se estes empreendimentos terão que interromper esta prática, já que será preciso avaliar caso a caso.
Para que possam fazer este tipo de serviço, os empreendedores terão de promover um isolamento em seus estabelecimentos e adequar uma cozinha para obter um alvará similar ao de restaurantes para comercialização de alimentos.
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PALHAÇADA
Lecino Ferreira em 31/05/2017 às 20h59Meus pais nos criaram - aí em Cachoeira -, comendo carne comprada de açougue de bairro que a gente nem sabia a procedência. Ninguém morreu e sequer ficávamos doentes. Na moral, mas na moral mesmo, o Estado só está atrapalhando. Vejam a própria economia Brasileira, não temos governo nenhum - todos estão preocupados em se livrarem da possível e inevitável cadeia -, e ela flui. Pensemos melhor: - Se colocarmos os militares no comando, o resto...deixem conosco, os Brasileiros de bem.
O ESTADO
Adriano Bitencourt Chaves em 31/05/2017 às 18h20Alvaro Dias afirmou que as irregularidades nos contratos firmados pelo BNDES tiveram origem em decreto de 2007 assinado pelo então presidente Lula, que alterou o estatuto do banco para permitir o financiamento de empresas de capital nacional que investissem no exterior. Segundo senador, de 2008 a 2014 o valor dos contratos firmados entre o BNDES e as empresas beneficiárias chegou ao montante de R$ 716 bilhões. Como o governo não tinha esse dinheiro, houve emissão de títulos da dívida pública, a juros de 14,25%. Assim, o valor captado foi transferido para o BNDES, que firmou contratos com empresas, como o grupo JBS, a juros subsidiados, que variavam de 5 a 6%. E o valor oriundo dessa diferença de juros, que chega a R$ 184 bilhões, será pago pelo povo brasileiro até 2060. "O contribuinte brasileiro subsidiou essas taxas de juros privilegiadas", disse o senador. #ADComunicação
ABSURDO
José do Nascimento em 31/05/2017 às 17h33O que este estado falido que não ajuda ninguém, que não promove o desenvolvimento, que não devolve os impostos em ações... Agora prejudicar os comerciantes e consequentemente toda sociedade. É revoltante e lamentável. É visto que isso é proveniente dos grandes empresários que movidos por dinheiro e lobby conseguem o que querem na legislação. A revolta da população está muito próxima!!!
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