Ex-assessora demitida grávida tenta reintegração ou indenização proporcional no valor de R$ 50 mil
Advogado de Michele entrou com mandado de segurança contra Paulão
ESTABILIDADE PROVISÓRIA
O advogado da ex-assessora parlamentar Michele dos Santos, Kader Bahij Misleh Ahmad Saleh, entrou com um mandado de segurança contra o presidente da Câmara de Vereadores, Paulão Trevisan.
Ela foi exonerada por Paulão no dia 1º de janeiro deste ano, mesmo estando grávida, o que não é permitido pela legislação. Saleh pede a reintegração de Michele no cargo, ou o pagamento de uma indenização calculada em cerca de R$ 50 mil. Na hipótese da reintegração ele também reivindica os salários não pagos desde o dia da exoneração.
De acordo com o advogado, a ação judicial foi ajuizada há uma semana, já passou pela análise do Ministério Público (MP), e nesta quarta-feira foi remetido à juíza da 2ª Vara Cível, Magali Wickert de Oliveira, para decisão. “O MP já opinou, agora o processo está concluso com a magistrada. A decisão deve sair a qualquer momento”, avalia Kader.
10 dias antes de ser desligada da Câmara, Michele requereu o direito à estabilidade provisória, que lhe garante o direito à vaga no emprego até cinco meses após o nascimento do bebê, que está previsto para junho próximo. Ela apresentou exames médicos comprovando o início da gestação em setembro de 2016.
PASSO A PASSO
Kader Saleh disse que vai aguardar o desdobramento do mandado de segurança antes de tomar outras medidas. “Impetramos o mandado, agora vamos aguardar. Estamos dando um passo de cada vez. Se não tivermos sucesso, ingressaremos com um processo autônomo”, explicou.
Em um segundo momento o advogado disse que possivelmente também ingressará em juízo com um pedido de reparação moral contra o vereador Luis Paixão, que teria insinuado que Michele engravidou pouco antes de sair da Câmara já pensando, propositadamente, em pedir indenização, uma vez que é advogada e conhece a legislação. A afirmação, foi considerada de cunho machista por Michele, que disse ter se sentido “profundamente ofendida”.
O direito à estabilidade provisória é previsto na Constituição Federal, e chegou a ser aceito por meio de um parecer do procurador jurídico da Câmara, Fernando de Castro, homologado pelo presidente. O procurador sustentou que existe farta jurisprudência no Supremo Tribunal Federal (STF) garantindo a estabilidade provisória.
Encontrou algum erro? Informe aqui
Retratação
Simone Dietrich Kochenborger Domingos em 04/05/2017 às 20h35Ainda está em tempo e seria mais inteligente se fosse feita uma retratação pública e acabassem logo com esta história fazendo o que diz a lei. Por que insistem neste assunto? O judiciário ter que julgar uma coisa que é questão de leitura e obvia! Vamos utilizar mais o bom senso! Por favor! São analfabetos funcionais? Qual é o problema?
Avança contratação de estudos para nova ponte do Botucaraí
Empresa apresentou proposta de R$ 48,9 mil
Após perder R$ 500 mil, Prefeitura recupera a CRP
Validade é até 21 de outubro. Governo tem desafio político para manter a certidão
Câmara aprova leis pró-mulher
As propostas são da presidenta da Câmara, Juliana Spolidoro
Chegada de novo aplicativo de mobilidade preocupa vereador Edimar
Parlamentar defende fiscalização sobre legislação municipal
Câmara vota cinco projetos na segunda-feira
Projeto do transporte público entrará em votação
Vereadora Ana Paula promove seminário sobre sucessão tradicionalista
Evento provoca reflexão para jovens darem seguimento à cultura gaúcha
Prefeito ignora pedidos via LAI
Pedido do Jornal do Povo ultrapassa 45 dias sem resposta
Prefeitura contrata estudo de nova ponte no Botucaraí/Bexiga
Estudo hidrológico será contratado com dispensa de licitação
Lixão está com licença vencida
MP solicitou averiguação da Patram
Primeiro aspirante ao Piratini, Maranata passa por Cachoeira do Sul
Candidato do PSDB ao governo do estado palestrou em evento do governo municipal
Câmara recebe seminário sobre desastres socioambientais
Seminário contou com fala de estudantes e representantes do poder público
