Engenheiro entende que a solução agride menos a cidade, não oferecendo risco para a população
Chulipa sugere placas com nomes de ruas afixadas nas paredes dos imóveis
LOCALIZAÇÃO URBANA
Em sua estreia como comentarista do programa Redação GVC, que vai ao ar de segunda a sexta-feira nas manhãs da Rádio GVC.fm, o engenheiro civil e colunista do Jornal do Povo Luiz Fernando Chulipa Möller apresentou, nesta quarta-feira, uma sugestão para resolver, de forma barata, o problema da falta de placas com os nomes de ruas nos bairros da periferia da cidade.
Ao invés de afixá-las em postes galvanizados nas esquinas, como ocorre na região central do município, Chulipa defende que as placas voltem a ser colocadas nas paredes das casas e prédios, como era antigamente.
Ele comenta que, nos cursos que ministra pela União dos Vereadores do Rio Grande do Sul (Uvergs), costuma orientar os parlamentares a editarem leis que regulamentem a medida em suas cidades.
"Trata-se de uma forma barata e que polui menos a cidade. Os postes, além de encarecerem, são obstáculos para as pessoas, especialmente para cadeirantes e deficientes visuais", analisa.
Chulipa acrescenta que a sinalização com os nomes de ruas é de grande utilidade para profissionais como carteiros, taxistas, cobradores e outros, além de servir em situações de urgência, como a prestação de socorros médicos ou combate a sinistros.
A colocação de placas de sinalização nas ruas da cidade é uma das 15 reivindicações apresentadas pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas) de Cachoeira do Sul ao prefeito eleito Sérgio Ghignatti.
Encontrou algum erro? Informe aqui
Parabéns!
Lucas Silva em 08/12/2016 às 11h49Bela iniciativa, pois as calçadas seguidamente já estão ocupadas com tanta coisa, nada mais normal do que utilizar as fachadas dos imóveis. Aliás, fica a questão pro colega de profissão: seria muito inviável a remoção de todos os postes da cidade - inclusive aqueles que sustentam as redes elétrica e telefônica -, a médio/longo prazo? Isso sim seria um avanço estrondoso para a cidade, em termos de segurança, estética, de repente até custos?!
CHULIPA
Luiz Carlos Romani em 08/12/2016 às 08h37Concordo plenamente com o Engº Chulipa. Somos painelistas da UVERGS, e também tenho comentado sobre este mesmo tema, quando se fala em Gestão das Cidades. Nas cidades onde está implantado este sistema, a acessibilidade aos deficientes é um bom exemplo. ÓTIMA IDEIA.
Ônibus da Expresso Presidente circula para testes em Cachoeira
Empresa vai substituir a TNSG
Empregos foram para os jovens
Faixa de 18 a 24 anos ganhou 141 vagas
Abrigo da enchente está sendo desmontado na Fenarroz
Nesta terça-feira 11 famílias deixaram o local e apenas duas permanecem
Expresso Presidente faz testes práticos com futuros motoristas
46 profissionais farão parte do processo de seleção
Enchente acabou, mas 13 famílias seguem no abrigo na Fenarroz
Nível está 1,65 metro acima do normal na Barragem do Fandango
Idosos crescem 58% desde 2000 em Cachoeira
Cidade tem 18.863 moradores com 60+
TNSG deixou passageiros na mão ontem
Pelo menos dois ônibus não rodaram
Ônibus da TNSG deixaram passageiros na mão nesta segunda-feira
Uma passageira chegou ao trabalho com uma hora de atraso, por exemplo
Rio Jacuí está um metro abaixo da cota de inundação em Cachoeira do Sul
Nível ainda está dois metros acima do normal na Barragem do Fandango
Rio Jacuí baixa mais 20 centímetros em Cachoeira do Sul
Nível está 2,45 metros acima do normal na Barragem do Fandango
Aberta a temporada dos brotos
Escolha da 56ª corte acontece no próximo dia 3 de outubro, na SRB
