Clube está livre de dívidas trabalhistas e investe R$ 70 mil em obras para desinterdição do salão de sua sede social
Comissão provisória está fazendo renascer o Grêmio Náutico Tamandaré
REABERTURA SERÁ COM BAILINHO
Tradicional clube de Cachoeira do Sul e que por falência financeira estava pronto para encerrar sua história de oito décadas, o Grêmio Náutico Tamandaré (GNT) está renascendo graças a um quarteto de ex-dirigentes que decidiu dar a última cartada para evitar seu fechamento.
Devido ao trabalho iniciando há apenas meio ano por Luís Alberto Silva, Flávio Kämpf, Volni Machado e Sílvio Ferreira, o Náutico já está livre da dívida trabalhista de R$ 90 mil que chegou a colocar seus imóvel do centro da cidade a leilão, fechou parceria para manutenção de sua sede campestre está na reta final das adaptações exigidas pelo Corpo de Bombeiros para a liberação de seu salão social.
Também ex-presidente e atual vice-presidente da Fenarroz, Luís Silva ressalta que a comissão que assumiu o GNT dividiu as prioridades do clube em fases. A primeira
foi o pagamento em dia das cinco parcelas do acordo judicial que evitou a venda do clube no ano passado.
Com o a conta quitada, o grupo passou a tratar da desinterdição do salão social para que o principal espaço do clube volte a ser fonte de renda. Para conseguir a liberação, o clube cumpre à risca o projeto técnico aprovado de melhorias aprovado pelo Corpo de Bombeiros, sendo o investimento mais caro a instalação de uma escada em metal para saída de emergência.
A obra está sendo feita pela HS Construções, de Cachoeira do Sul, a um custo de aproximadamente R$ 60 mil. Outros R$ 10 mil estão sendo aplicados em adaptações com colocação de luminárias e sinalização de emergência, corrimões em escadas e reparos no piso e no forro do salão.
As melhorias para desinterdição do salão social iniciaram há cerca de 15 dias e a expectativa da comissão é de que o serviço seja concluído na semana que vem.
Se a previsão concretizar-se, a reabertura do salão, depois de quase quatro anos, será com baile voltado à terceira idade no próximo dia 18, um domingo, o tradicional dia em que este tipo de evento ocorria no Náutico até a interdição.
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FALÊNCIA DO NAUTICO
Brasílio Nunes de Menezes em 05/02/2018 às 21h25A falência do Grêmio Náutico Tamandaré, começou com a demolição do salão da boate para a construção da piscina. Esta obra foi o principal motivo. Sei que não adianta querer saber de quem foi a culpa, mas, foi a pá de cal para que o clube entrasse em total depressão financeira. Só de aluguel aquela salão pagava todas despesas do restante da sociedade, alugado ou promovendo eventos sociais, pois facilmente se construiria o difícil acesso. Creio que ninguém duvida disso. Local privilegiado para todas finalidades.
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