A voz do Campo

O cantor e compositor cachoeirense Taylor Garin, 24 anos, lançou em CD e nas plataformas digitais o seu primeiro álbum musical nativista, com temática campeira. “A voz do campo” marca a estreia fonográfica do também engenheiro civil Taylor Bulsing de Oliveira, que adotou o Garin da avó paterna no meio artístico. “Sou apaixonado pelo Rio Grande e sua riquíssima cultura, com a qual estou envolvido desde o meu nascimento, incentivado pelos meus pais e avós”, define-se. A paixão pela música se solidificou quando ganhou o primeiro violão, aos 8 anos.

Neste tempo envolvido com a arte nativista, ligou-se ainda mais com o tradicionalismo, participando de concursos de instrumentista e interprete solista vocal em diversas ocasiões e eventos, como o Encontro de Arte e Tradição (Enart), rodeios artísticos e festivais. “Tive grandes mestres que me transmitiram conhecimento musical para que hoje pudesse lançar meu primeiro trabalho autoral. E a alegria, nestes anos, de compor poemas e melodias em parceria com amigos e desta amizade surgiram obras que compõem esse trabalho, tenho apreço e dizem muito sobre quem sou e sobre as coisas que amo. Como evolução natural, passei a participar do circuito de festivais nativistas, que resultou na maturidade das composições até chegar ao álbum”, acrescenta. 

A oportunidade de gravar o primeiro CD (e álbum digital) surgiu em agosto de 2020, em meio à pandemia do coronavírus, quando a produtora Flor y Truco lançou um concurso na intenção de premiar três artistas em início de carreira com a gravação do primeiro trabalho. “Enviei algumas composições para avaliação e fui agraciado com a segunda colocação neste concurso e premiado com uma significativa redução de custos para gravar e divulgar um álbum com 12 obras”, explica.

DIA A DIA RURAL
Segundo Garin, no álbum, foi possível registrar canções que falam do campo, fé, dia a dia do homem rural e valores que aprendeu ao longo da trajetória e que guiam seus passos por onde quer que ande. São canções que falam de sentimentos, de história, de causos e gauchadas vividos aqui no sul. O álbum foi lançado nas plataformas digitais no dia 17 de agosto de 2021 e conta com participações pra lá de especiais de artistas como Jairo Lambari Fernandes, Miro Saldanha, Matheus Leal, Douglas Diehl Dias e Thalys Garin, seu irmão. Das 12 composições do álbum, 10 são autorais. Duas obras que compõem o álbum são “Pilares”, de Miro Saldanha e “Cruzada”, de Éverson Maré e Fabiano Bacchieri.

 

FICHA TÉCNICA
*     Das gravações participaram Quinto Oliveira nos violões, baixo e percussão e Tiago Camargo na gaita
*     Para fazer a assessoria digital e legal do disco junto às plataformas de streaming e ao Ecad, participou a Arruda Assessoria
*     As artes visuais ficaram por conta da Galo Mídias Digitais
*     A captação das vozes para o disco foi realizada pela Flor y Truco Produções no estúdio Chroma, em Cachoeira do Sul.

 

O DISCO

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* “A voz do campo” (Carlos Eduardo Nunes/Taylor Garin), com participação de Jairo Lambari Fernandes
* “Guisado com batata” (Taylor Garin)
* “Cruzada” (Éverson Maré/Fabiano Bacchieri), com participação de Thalys Garin
* “Pedro capataz” (Taylor Garin)
* “Maneado” (Rafael Ferreira/Taylor Garin)
* “Guitarra seis elementos” (Douglas Diehl Dias/Felipe Corrêa/Matheus Bica/Taylor Garin), com participação de Matheus Leal
* “Na coxilha do cavalo branco” (Rafael Chiappetta/Taylor Garin)
* “O campo, minha existência” (Taylor Garin/Matheus Bica)
* “A raiz de um par de asas” (Anderson Fonseca/Taylor Garin), com participação de Miro Saldanha
* “Quem sabe” (Carlos Eduardo Nunes/Taylor Garin)
* “Entre a estrela e o pelego” (Douglas Diehl Dias/Taylor Garin)
* “Pilares” (Miro Saldanha), com participação de Douglas Diehl Dias

 

Links para as músicas:
https://www.youtube.com/watch?v=2NnU81js4hM
https://open.spotify.com/track/4sxcwfotV2inxKW0Nt6bHz?autoplay=true
https://www.deezer.com/br/track/1462907322?autoplay=true

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