Manifestantes do MNLM cobram regularização de áreas para acessar financiamento, ligação de luz e conclusão das fossas

Invasores do Parque Primavera fizeram mobilização em frente à Prefeitura

28/06/2017 19:29

MANIFESTAÇÃO RELÂMPAGO

Liderados pelo ex-secretário de Governo e Planejamento, Cristiano Schumacher, hoje coordenador do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), um grupo de cerca de 20 representantes do assentamento do bairro Parque Primavera fizeram uma mobilização em frente à Prefeitura nesta quarta-feira.

A principal reivindicação é a regularização da área em que foram assentadas as 26 famílias que invadiram o terreno do município, em outubro do ano passado, para que os assentados possam acessar linhas de financiamento na Caixa Federal através do programa Minha Casa Minha Vida.

Também foi pedida a ligação de luz e doação de materiais para fechar as fossas sépticas de nove moradias que ainda não estão concluídas. “Tivemos de usar novamente nossa tática de manifestações relâmpago para ver se as coisas desempacam”, declarou Schumacher.

Os manifestantes chegaram, sem avisar, às 16h, na esperança de falar com o prefeito Sérgio Ghignatti ou com o secretário municipal de Planejamento Júlio Bittencourt, mas só foram recebidos por volta de 17h, pelo secretário de Governo Luciano Lara.

“Se tivessem dado uma ligadinha, o prefeito ou o secretário Júlio teriam esperado vocês”, declarou a assessora direta do prefeito, Necky Decker, surpresa com a invasão de manifestantes no gabinete do prefeito.

DISCURSO AFINADO

Schumacher pediu ao secretário Lara que funcione com um interlocutor com os titulares das outras secretarias envolvidas, como Planejamento, Ação Social, Jurídica, Obras etc., para afinar o discurso da Prefeitura.

“Não estamos sentindo muita firmeza, porque os assuntos não batem, cada um fala uma coisa. Chega de enrolação! Moradia é direito e direito se conquista, não se mendiga”, reclamou.

Lara contestou quando foi dito que a Prefeitura estaria fazendo “enrolação”, mas prometeu passar a régua em todas as demandas encaminhadas, para passar uma posição oficial ao grupo nos próximos dias.

Encontrou algum erro? Informe aqui

Faça seu login para comentar!

Intolerável

Adriano Bitencourt Chaves em 01/07/2017 às 12h02

Então senhores vereadores e prefeito, vão continuar embalando esse agitador, vão continuar a permitir que ele promova ações tipicamente terroristas exigindo coisas do município quando outros precisam trabalhar e esperar para adquirir...

Moradia é direito e direito se conquista!

Maurício Lara em 29/06/2017 às 21h30

Verdade! Com trabalho e pagando por isto, de forma ordeira, com planejamento familiar, estudo e esforço. Não invadindo. Ou como acham que a maioria ordeira e trabalhadora "conquista" as coisas? Tomando dos outros? Vagabundos! Enquanto isto, um pouco de história, começo, meio e fim: "Na década de 1950, a Venezuela tinha o quarto maior PIB per capita do mundo. Mas vivia sob uma ditadura militar. Foi então que estudantes e intelectuais, em conluio com militares simpáticos à causa, conseguiram derrubar o ditador e instalar uma social-democracia. Inicialmente brando e moderado, o governo social-democrata -- liderado por um marxista convertido à tática do gramscismo -- começou a adotar políticas cada vez mais socialistas, como reforma agrária, estímulos à invasão de terras, aumentos de impostos, aumentos de gastos e a atribuição -- garantida na Constituição -- de que o estado deveria ter um papel ativo na economia. Acima de tudo, o governo passou a defender abertamente a estatização completa da indústria do petróleo, até então repleta de multinacionais estrangeiras. E conseguiu, em 1975. A estatização da indústria petrolífera foi a medida que alterou fundamentalmente a natureza do estado venezuelano. Com a estatização, a Venezuela se transformou em um petroestado, no qual o conceito de “consentimento do governado” foi completamente invertido. Agora, em vez de venezuelanos pagarem impostos para o governo em troca da proteção da propriedade e da manutenção de liberdades, o estado venezuelano assumiu um papel patrimonial de subornar seus cidadãos com todos os tipos de benefícios e assistencialismos para aumentar seu domínio sobre eles. Com a economia já completamente politizada, períodos de alta no preço do petróleo geravam um enorme influxo de petrodólares, os quais então eram utilizados pelo estado em faraônicas obras públicas e em projetos sociais criados para pacificar a população, que já vinha sentido os efeitos da rápida perda do poder de compra de sua moeda. A crescente insatisfação da população com os estragos econômicos e institucionais gerados por este arranjo -- como uma inflação de preços que chegou a 120% em 1997 -- culminou na eleição de Hugo Chávez em 1999." Agora, sob tacão de maduro, apoiado pela nossa esquerdalha e tipinhos assim, vemos no que deu....

Não podemos "se entregar" pros... carrapatos!

Paulo Sérgio Pereira em 29/06/2017 às 21h29

Hehehe, Rosalvo, fiquemos sempre alertas, pois não é fácil eliminar os parasitas. Um abraço, garoto, extensivo ao grupo de participantes deste fórum do leitor, que não vendem as suas consciências. Maurício, Delmar, Lecino, e outros, suas participações também reforçam o sentimento de inquietação com o fanatismo que tentou tomar conta deste espaço. Não levaram e não levarão.

PAULO SÉRGIO

Rosalvo Lourenço em 29/06/2017 às 10h44

Infelizmente, devo informar a Vossa Senhoria que possuo uma procuração"ad judicia" do meu cliente. E esta sua comparação foi extremamente ofensiva, humilhante, sem propósito. Na tentativa clara de manchar a honra, o pudor público. Portanto, aguarde sua intimação para devidamente processado pelo meu cliente: " o carrapato". huáhuáhuáhuáhuáhuáhuáhuá

Uns nasceram para trabalhar,

Delmar Pereira em 29/06/2017 às 10h27

Enquanto outros para ''parasitar'', já outros para roubar e serem assassinos por tabela (vide os PolíTicos desonestos). Isso é Brasilllllllllllllllllllll

Profissionais da desgraça alheia

Paulo Sérgio Pereira em 29/06/2017 às 09h02

Assim como o carrapato, se alimenta do sangue da vítima.

Invasores do Parque fizeram mobilizaçao em frente a Prefeitura

Maria Simoni Butierres da Rosa em 29/06/2017 às 08h47

Mas que incoerencia!!! A dita criatura da camiseta vermelha e que tem como guia uma estrela desgraçada na bandeira do partido, quer exigir agilidade da Prefeitura?!!! Esteve no governo 4 anos, teve a faca,a foice e o queijo na mão, porque não o fez????? Agora é facil gritar aos sete ventos, antes não dava..tinha que proteger o seu mísero salário de mais de 8 mil reais!!!!

09/02/2026 00:02

INCÔMODO

Vereador perde paciência com o prefeito

Acidente na mesma rua que Serginho Quoos pediu conserto urgente irritou o parlamentar

06/02/2026 19:00

PONTE BLOQUEADA

Cacisc cobra segunda balsa e organização de filas

Entidade afirma que cidade já sente prejuízos econômicos e que deve piorar com perdas no agro

04/02/2026 00:04

JUSTIÇA

Siprom ganha ação pela hora-atividade

Professores poderão ter atrasados a receber

03/02/2026 00:06

PROJEÇÃO PARA MARÇO

Prefeitura terá concurso

Intenção consta em projeto de lei enviado à Câmara

03/02/2026 00:00

ESTÁ NA CÂMARA

Nova lei do transporte revoga 38 leis

Gratuidade será regrada

02/02/2026 15:33

Nova lei

Município cria dois cargos de controlador interno

Prefeitura atualiza lei do Controle Interno após cobrança do Tribunal de Contas do Estado

28/01/2026 00:06

EDIMAR GARCIA

Vereador pede MP no caso Corsan

Queixa inclui corte no abastecimento e buracos nas ruas

27/01/2026 00:05

FALTA DE ÁGUA

Prefeitura denuncia Corsan à Agergs

Companhia alega que foram problemas pontuais

26/01/2026 14:25

REPRESENTAÇÃO FORMAL

Prefeito denuncia a Corsan para a Agergs por má prestação de serviço

Balardin argumenta que a população cachoeirense tem sido submetida a interrupções recorrentes no fornecimento de água

24/01/2026 00:00

FECHAMENTO DA PONTE DO FANDANGO

Balsa terá corredor de caminhões

24/01/2026 00:00

PERSPECTIVAS

Prefeitura não projetou os reajustes

Piso do magistério definido

23/01/2026 00:01

SERGINHO QUOOS

Água para a Ataliba Brum

Vereador paga caixa para escola do próprio bolso