Partido busca uma nova sigla para acomodar seus filiados
PHS é extinto em Cachoeira do Sul
NOVAS REGRAS ELEITORAIS
Ex-secretário municipal de Obras no Governo Neiron Tito Bernardi esteve na redação do Jornal do Povo nesta quinta-feira para comunicar o encerramento do PHS em Cachoeira do Sul. O partido, que conta com cerca de 140 filiados, integrou a coligação que elegeu o ex-prefeito Neiron Viegas junto com o PSC.
Tito veio acompanhado de Adelar Sampaio que também foi cargo de confiança de Neiron. Ao lado de Tito e Lori Camelô, Sampaio foi um dos candidatos a vereador mais votados do partido na última eleição.
O caminho agora é tentar acomodar os filiados em alguma outra agremiação partidária. “Estamos dispostos ao diálogo, mas posso adiantar que nossa afinidade maior é com os partidos de centro-esquerda”, salienta Adelar Sampaio.
Eles disseram que os motivos do fechamento do PHS são a cláusula de barreira e o fim das coligações nas eleições proporcionais a partir de 2020, que dificultam a sobrevivência dos partidos nanicos.
Também é apontado como pretexto o descontentamento com o escândalo envolvendo o presidente nacional da sigla, Eduardo Machado, que foi acusado recentemente por funcionários do PHS de se apoderar da sede da legenda, em Brasília, e fazer uso irregular de dinheiro do fundo partidário para comprar automóveis de luxo.
CLÁUSULA DE BARREIRA
Para ter acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e televisão, os partidos terão que conseguir, nas eleições de 2018, 1,5% dos votos válidos distribuídos em pelo menos nove estados com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles, ou eleger pelo menos um deputado em pelo menos nove estados.
Esse percentual vai aumentando até 2030, quando os partidos terão que conseguir 3% dos votos válidos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 2% em cada um deles, ou 15 deputados em pelo menos nove estados.
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Esquerda
Karina Riveira em 19/10/2017 às 21h04Era filiada ao PHS, mas falou em esquerda...tô fora!!!!
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