Situação financeira delicada do Município não permite definir prazo para iniciar a cumprir a lei
Piso dos professores deve ficar para 2018
Sem previsão
Em reunião desde a primeira hora da tarde com dirigentes do Sindicato dos Professores Municipais, o prefeito Sergio Ghignatti ainda não estabeleceu uma data para pagar o piso dos professores.
Com decisão judicial em segunda instância condenando o Município a cumprir a lei do piso, Ghignatti acredita que não terá condições financeiras para fazer o pagamento ainda este ano.
O que dá fôlego à Prefeitura é que a ação movida pelo sindicato ainda não teve sua decisão transitada em julgado na Justiça.
A diretoria do Siprom segue reunida com o prefeito. Em um intervalo da reunião para participar de uma solenidade, GG admitiu dificuldades para o pagamento. “Nossa situação financeira é muito delicada”, desconversou.
VALOR RETROATIVO
Além do impacto na folha, a Prefeitura ainda terá uma conta atrasada a pagar de cerca de R$ 10 milhões, conforme já calculado pelo procurador jurídico do Município, Leonel Gonçalves. A secretária municipal da Fazenda, Viviane Dias, não soube estimar o impacto mensal na folha com o pagamento do piso aos cerca de 1,2 mil professores.
Encontrou algum erro? Informe aqui
Balsa movimentada no domingo
Banhistas indo para a Praia Nova, curiosos e veículos chamaram atenção
Ponte do Fandango ficará maior
Com os viadutos, ponte terá 32 metros a mais e pista ficará mais larga
Cachoeira ficou sem ônibus
Adesão de todos motoristas impediu empresa de atuar na sexta
Saúde faz alerta de escorpião
Sem risco de morte
Faltam 6 quilômetros para a 403
Estrada entre Cachoeira e Rio Pardo é alternativa para quem vai para Porto Alegre
Greve na TNSG deixa Cachoeira sem ônibus nesta sexta-feira
Empresa confirmou que não há nenhum veículo circulando
Espera na balsa chega a até duas horas
Motoristas da Saúde pedem fiscalização para veículos prioritários
Siprom contra novo vale-alimentação
Sindicato quer retirada da incorporação de reajuste ao modelo existente
TEAcolhe atende 1,2 mil ao mês
Serviço é gratuito e referência no acolhimento em saúde mental
