Material de pesca e facas foram apreendidos. Um suspeito fugiu
Polícia Ambiental pega dois por pesca ilegal na Barragem
Crime ambiental
O 2º Grupo de Polícia Ambiental pegou dois suspeitos por crime ambiental na manhã desta quarta-feira, na Barragem do Capané. Após receber denúncia um dia antes que havia embarcações em uma uma propriedade do Irga na região, os policiais se deslocaram às 6h e localizaram o acampamento dos suspeitos.
Conforme o comandante do 2º GPA, sargento Roberto Moraes, um suspeito, identificado como Rovani Simões da Silva, de 45 anos, teria fugido ao perceber a presença dos policiais.
Os três envolvidos responderão por crime ambiental e invasão de patrimônio público, já que pescavam em uma propriedade do Governo Estadual. Os dois suspeitos pegos foram levados à Delegacia de Polícia Pronto Atendimento, para registro de ocorrência, e após foram liberados.
PEIXES MORTOS
A patrulha ambiental apreendeu cerca de 250 metros de redes de pesca e também 17 linhas, além de um bote inflável. Foram devolvidos à barragem cerca de 70 peixes que ainda estavam vivos, entre traíras, jundiás e pintados. Cerca de 15 quilos de peixes mortos seriam encaminhados para destruição, provavelmente doados para o gatil do Cempra.
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ALELUIA!!!!
Jeferson Sena em 24/02/2018 às 11h45Graças aos ceus, de repente volto a ler os comentarios...
JORNAL DO POVO, DO POVO tu és o JORNAL
Lecino Ferreira em 24/02/2018 às 09h15Já são tão poucos os que comentam neste fórum e vocês censuram e não publicam meus comentários. Vou fazer como todos os antigos amigos e parar de comentar por aqui. Tiram o Blog do Português da prof. Magda Scotta e mantêm uns que sequer sabe tecer suas opiniões...tá difícil de aturar...
TRÊS ENVOLVIDOS?
Lecino Ferreira em 23/02/2018 às 09h37Mas esses três senhores formavam uma associação criminosa? Ontem presenciei um fato curioso em Juiz de Fora-MG, vou relatar: Parei em um cruzamento entre as duas principais avenidas de minha cidade - o tempo de espera era exatamente 59 segundos). Nesse cruzamento, bastante movimentado - principalmente naquele horário 12;31 h -, ficam três indivíduos - um mulato, um negro e um bem mais claro -, vendendo pano , feitos de saco de 60 KG brancos e limpos. Eram 7 panos por CR$10,00. Um circulava entre os carros parados oferecendo e entregando o produto a quem comprasse (vendiam muito); outro tomava conta de um grande estoque sobre um carrinho de supermercados e o outro sentado ao lado, numa mureta, tinha na mão esquerda - quase que equilibrando -, um enorme prato feito bem sortido e com a mão direita levava duas ou três garfadas e mastigava apressadamente e já mantinha perto da boca outra garfada farta. De repente ele engoliu e passou o prato e o garfo para o estoquista e disse: - É tua vez! - o estoquista repetiu o que ele fizera com o PF. Engoliu e gritou: - Giráu, o sinal vai fechar, aproveite e vem comer a tua parte! Compartilhar um prato de refeição é ter dignidade e, imaginam, compartilhar um talher sem fazer assepsia? Para alguns seria nojento, mas para mim é ver esperança no ser humano. Hoje cedo parei meu carro ali perto e fui à pé comprar tais panos de chão. Os três indivíduos são moradores de um bairro pobre, moram na mesma rua e montaram essa associação trabalhista há sete meses. ( Não comentei com eles o que vira no dia anterior, OK?)
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