O movimento está sendo coordenado pelo Cpers/Sindicato
Professores estaduais protestam por salários na Praça Honorato
Greve de 24 horas
Professores e funcionários das escolas públicas estaduais estão reunidos na Praça Honorato de Souza Santos em protesto pelo pagamento integral do salário e contra o desmonte da escola pública. O movimento está sendo coordenado pelo Cpers/Sindicato.
Entre as 9h e 11h, cerca de 15 professores e funcionários das escolas David Barcelos, Ciro Carvalho de Abreu, Diva Costa Fachin e do Instituto João Neves da Fontoura passaram pelo local.
O diretor-geral do Cpers de Cachoeira, Jucemar Gonçalves da Costa, explica que está sendo feito um rodízio, e todos que podem estão passando por lá para apoiar a manifestação. “Estamos revezando, todos que podem estão vindo e ficando um pouco. Os que não podem vir estão protestando ao redor das escolas”, explicou.
Eles estão distribuindo materiais informativos sobre a defesa e valorização da escola pública no país. A ação continuará durante a tarde, das 14h às 18h.
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CAMPANHA ILEGAL
Vilnei Garcia Herbstrith em 04/10/2018 às 14h46Bingo Carla Brendler...greve a cinco dias da eleição é CAMPANHA pró presidiário e seu poste do 13. Felizmente, como só analfabetos funcionais defendem ladrões, mensaleiros, corruptos e propineiros, Deve dar Bolsonaro no primeiro turno.
Desvalorização
Edson Souza em 04/10/2018 às 14h46Tão grave como os atrasos salariais é o congelamento dos salários desde novembro de 2014. Naquele mês, a gasolina custava R$ 2,94 em Cachoeira do Sul, hoje passa dos cinco reais. Cada dia que passa o poder aquisitivo diminui haja vista os inúmeros aumentos de outros bens e serviços. Não são raros os casos de depressão entre a categoria diante dessa situação. No último dia 2, uma professora estadual com 51 de idade, identificada pelo pseudônimo Suzana, cometeu suicídio, deixando a seguinte mensagem: “Sofri muito neste governo e ainda não acabou. (…) Doenças são tratadas com insensatez. Quem trabalha precisa comer, vestir a si e seus filhos, pagar as contas que por coincidência ele aumentou, água, luz, fone, aluguel.” “Estas pessoas (…) deviam saber que tudo o que me magoa, maltrata, humilhação, me leva a pensamentos destrutivos. E consequentemente ao suicídio”.
CAMPANHA
Carmem Brendler em 04/10/2018 às 13h52Próximo as eleições, e os professores em vez de estar na sala de aula, estão fazendo sua campanha.
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