Clubes estão à deriva e promovem eventos apenas para se manter
SUC e Náutico sobrevivem a duras penas
Entidades
Dois clubes tradicionais de Cachoeira do Sul, responsáveis por carnavais históricos, a Sociedade União Cachoeirense e o Grêmio Náutico Tamandaré, estão atualmente vivendo à deriva e sem expectativa de uma guinada para retomada dos bons tempos.
Acumulando dívidas de gestões passadas, os dois clubes vivem hoje de eventos que garantem a manutenção somente das contas e dos funcionários. Em situação mais dramática está a SUC.
A conta a pagar da SUC chega a cerca de R$ 1 milhão, conforme estimado pelo presidente licenciado Paulão Trevisan – hoje o clube é comandado pelo seu vice Vlademir Schirmer.
Os débitos são referentes a quatro processos, sendo dois trabalhistas, uma indenização por morte ocorrida na piscina e outro processo cível. O mais dramático na situação da SUC, porém, é a falta de interesse em assumir o clube.
Paulão Trevisan conta que “ninguém quer assumir por causa das dívidas”. Segundo ele, a situação da SUC se explica pelos episódios trágicos que ocorreram. “Uma morte por esfaqueamento na saída de uma festa de Carnaval há alguns anos prejudicou a imagem do clube, apesar de sequer ter ocorrido lá dentro”, relembra o presidente licenciado.
APARÊNCIA
Já o Náutico apresenta suas dificuldades no próprio prédio. Um acidente ocorrido há quase dois anos destruiu parte do muro da frente do clube, que nunca mais foi consertado.
Apesar de uma renda mensal que gira na casa dos R$ 30 mil brutos, conforme o presidente Paulo Tabajara da Silva, o dinheiro seria suficiente apenas para manter as contas básicas em dia, além do pagamento de dois funcionários. As atividades mantidas atualmente são aluguel para eventuais boates nos sábados e os bailes da terceira idade, promovidos no domingo, com bom público.
Questionado sobre o futuro do clube, Tabajara despista. “Temos que convocar eleição em janeiro, eu não sei mais se vou continuar, não é fácil”, lamenta. Segundo ele, as dívidas do clube são na casa dos R$ 80 mil cobradas judicialmente.
“Todas dívidas são de gestões passadas, minha gestão paga previdência e fundo de garantia em dia aos funcionários”, comentou.
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Cobrança dos danos
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