Empresa WallE é pioneira na região em triagem de eletrônicos e pede incentivos do Prodic
Estação Ferroviária pode se transformar em ecoponto
Meio ambiente
Pioneira na região no trabalho de triagem de eletrônicos funcionando como um ecoponto, a empresa WallE pode ser a nova ocupante do prédio da Estação Ferroviária de Cachoeira do Sul.
O secretário municipal de Indústria e Comércio, Ronaldo Tonet, informa, porém, que ainda é preciso que o conselho do Programa de Desenvolvimento Industrial de Cachoeira do Sul analise alguns documentos antes de ser colocada em votação a cedência do imóvel.
De qualquer forma, o prefeito Sergio Ghignatti tem pressa para que seja resolvido o impasse com aquele imóvel. O prédio da Estação Ferroviária tem causado dificuldades para o Município há alguns anos.
Atualmente, os cofres municipais pagam R$ 11 mil mensais para manter vigilância no imóvel que não cumpre nenhuma função social. Se receber o imóvel o proprietário da WallE de Ubiratan Oliveira de Freitas deve gerar pelo menos seis empregos diretos.
MEIO AMBIENTE
Ubiratan Freitas é engenheiro civil e conta como decidiu entrar no ramo, até então inexistente na cidade. “Sempre que ia para uma obra, tínhamos que fazer limpeza de lixo e restos de eletrônicos que são deixados”, lembra.
No estágio final do curso, em São Paulo, ele percebeu o quanto a cidade estava atrasada com relação à proteção ao meio ambiente. “Lá, eles recolhem tudo”, comentou. Ao iniciar na cidade, Freitas percorreu a própria cidade em vielas e bairros, onde normalmente este tipo de material é descartado – o que é um crime ambiental.
O material recolhido em Cachoeira passa por triagem, um trabalho artesanal de retirada de placas, fios e plásticos, para ser encaminhado ao mercado comprador, sendo exportado para países como Japão e China.
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Eduardo Souza em 23/03/2017 às 19h35Parabéns pela iniciativa, gera empregos e evita futuros danos ao meio ambiente com a coleta deste lixo, a solicitação deste empresário precisa ser acolhida e festejada pela Prefeitura, economizar R$ 132.000,00 por ano nestes tempos será louvável.
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