Blog do Mistério

A boneca macabra vendida pela internet

02/07/2026 08:26 - por Gisele Wommer giwommer@gmail.com

Imagine comprar uma boneca amaldiçoada pela internet. Parece roteiro de filme de terror, mas esta história começou exatamente assim.

Em New Orleans, uma boneca vodu foi vendida para uma mulher que morava no Texas. Junto com o objeto, vieram instruções bastante específicas (e inquietantes). Entre elas, uma regra se destacava acima de todas: sob hipótese alguma, a nova dona deveria abrir a pequena caixa de prata onde a boneca estava guardada.

Como quase toda boa história de terror, a regra foi quebrada.

Movida pela curiosidade, a mulher abriu a caixa. Depois disso, segundo seu relato, nunca mais teve paz. Pesadelos perturbadores com a boneca passaram a ser frequentes. Em sua casa, vozes inexplicáveis começaram a ser ouvidas durante a madrugada, vultos passaram a surgir pelos cantos dos cômodos e objetos mudavam de lugar sem qualquer explicação plausível.

Cansada e assustada, ela decidiu se livrar da boneca e a colocou à venda. Um comprador apareceu rapidamente, disposto a assumir o risco. Mas o que aconteceu em seguida transformou uma história estranha em algo verdadeiramente perturbador: o novo dono recebeu a caixa completamente vazia.

A boneca havia desaparecido durante o transporte.

Ou pelo menos era o que todos pensavam… até que, pouco tempo depois, a antiga proprietária afirmou ter encontrado a boneca novamente em sua própria casa, apesar de jurar que ela havia sido enviada junto com a caixa. Sem entender o que estava acontecendo, a mulher compartilhou toda a história na internet.

O caso viralizou e acabou chamando a atenção de investigadores paranormais e caçadores de fantasmas, que compraram o objeto e afirmam que ele guarda um mistério ainda maior, e que continua sob investigação.

Talvez tudo tenha uma explicação racional. Talvez seja fraude, coincidência ou apenas uma história bem contada. Mas, por via das dúvidas, se algum dia alguém lhe vender uma boneca com uma única instrução: “não abra a caixa”, talvez seja melhor seguir.

Afinal, curiosidade pode até não matar… mas às vezes convida alguma coisa para entrar.

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