Blog do Mistério
Thomas Edison e os mortos
Assuntos misteriosos e sobrenaturais costumam atrair a atenção dos mais variados tipos de pessoas, e não passaram despercebidos pelo grande inventor Thomas Edison. Conhecido mundialmente por ter inventado a lâmpada incandescente e contribuído para o desenvolvimento do telefone, Edison passou parte de sua vida tentando estabelecer contato com os mortos.
Se havia alguém específico do outro lado com quem ele desejava falar, isso não é de conhecimento público. O fato é que o inventor não acreditava que a morte fosse o fim e defendia, inclusive, a possibilidade de existir uma forma científica de comunicação com aqueles que já partiram.
Segundo o próprio Edison, não havia nada de ocultismo em sua ideia. Ele tentava desenvolver um aparelho (que ficou conhecido como “telefone dos espíritos”) utilizando métodos comuns. Na década de 1920, o inventor dividiu opiniões ao anunciar seus estudos e projetos: enquanto alguns debochavam, outros acreditavam que, diante do boom de novidades tecnológicas da época, talvez fosse mesmo possível criar uma máquina capaz de alcançar o que existiria além da vida.
A história ganhou ainda mais notoriedade quando um jornalista francês encontrou antigos diários de Thomas Edison em um sebo, confirmando os rumores. Sim, Edison realmente cogitou, estudou e tentou falar com os mortos. No entanto, nunca chegou a apresentar publicamente uma máquina funcional, pelo menos, nunca divulgou nada nesse sentido.
Vai que ele conseguiu… e recebeu um aviso de que não deveria utilizá-la? Sabe-se lá.
Edison também esteve à frente de outra invenção polêmica: foi um dos primeiros a criar bonecos que falavam. Em 1890, chegaram ao mercado bonecas de porcelana equipadas com um pequeno mecanismo capaz de reproduzir sons e frases. A ideia era inovadora, mas fracassou. O mecanismo não funcionava como deveria e os ruídos distorcidos que saíam das bonecas acabaram assustando as crianças, levando à devolução de centenas de unidades.
Talvez algumas invenções não tenham sido feitas para durar. Outras, quem sabe, não foram feitas para ser concluídas. Quando ciência e mistério se encontram, nem sempre sabemos onde termina a genialidade e onde começa o inexplicável.
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