O opala preto: lenda urbana brasileira

07/04/22



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Lendas urbanas são sempre sucesso em rodas de conversa e porque não no meio virtual? O Brasil é cheio delas, em cada parte do país temos as narrativas sobrenaturais que mexem com o nosso imaginário. A de hoje vem do Rio de Janeiro.

Conta-se que, na Década de 70, a polícia encurralou um famoso bandido carioca, chamado Ubiratã Carlos Chavez (Carlão da Baixada), procurado há muito tempo, ele foi encontrado trafegando pelas ruas, dirigindo um opala preto roubado. A polícia iniciou uma perseguição que acabou mal no túnel Rebouças, quando Ubiratã perdeu o controle do carro que trafegava em alta velocidade e bateu em um outro veículo que conduzia uma família de volta ao lar após uma festa de aniversário.

Do acidente não houve sobreviventes, a violência da batida e a condição dos corpos chocou a população, foi assunto por dias. O bandido tinha morrido, mas como um último ato de maldade levara uma família inteira consigo.

E a história se propagou durante todos esses anos. Dizem que o Túnel Rebouças é assombrado. Quando os motoristas trafegam por ele, na calmaria das madrugadas, enxergam pelo retrovisor o brilho dos faróis e o carro preto vindo em alta velocidade em sua direção. Não adianta fugir, você pode ter o melhor carro, mas o seu não vem do além.

Dizem que a única forma de fazer o opala diminuir a velocidade é lembrar das vidas que foram ceifadas ali e rezar por suas almas, mas rezar com afinco e então o carro desaparece.

Em uma outra versão da lenda dizem que o bandidão volta do além para sequestrar crianças em seu carro preto. Pelo jeito uma vida de crime não foi suficiente para o Carlão da Baixada, que continua os cometendo mesmo depois de morto.

Curiosidade: Até meados dos anos 80 muitas pessoas registaram boletins de ocorrência por sofrerem estranhos acidentes no Túnel Rebouças, como bater em carros que não estavam ali ou serem atingidos por condutores que fugiam. De lá para cá, se as ocorrências continuam existindo, não são divulgadas.  

“Durante o dia eu não acredito em fantasmas. De madrugada sou um pouco mais mente aberta”. Autor desconhecido.

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